segunda-feira, maio 23, 2005

Inevitável

Duas noites mal dormidas mas muito bem aproveitadas!
Era inevitável faltar hoje às aulas, depois de tanta festa e tantos pulos eu sabia que não ia aguentar sem descansar. E a verdade é que ainda não dormi o que preciso. Fico chateada por ter de faltar mas foi um fim-de-semana em grande e uma excepção de vez em quando sabe bem!
Viva o Baile de Finalistas, os meus colegas e a música que me fizeram dançar a noite toda.
Viva o Benfica que me fez passar a noite em claro mas com muita alegria!

Grande Festa

Mal o jogo acabou fui logo para a Catedral comemorar a vitória no campeonato. Depois de tantos anos, este campeonato merecia ser comemorado em grande festa.
Milhares de pessoas.
Milhares de carros.
Bandeiras e cachecóis.
Alegria e felicidade.
Todos os benfiquistas estavam fora de si.
Muita música e muita ansiedade esperava a chegada dos grandes heróis. E então foi a apoteose! Pena a falta de civismo de alguns adeptos que obrigou a festa a terminar mais cedo. No entanto, foi uma noite grande para um clube ainda maior!


domingo, maio 22, 2005

BENFICA CAMPEÃO

Valeu a pena acreditar!



Foi bom!

Os vestidos eram elegantes.
Os penteados eram bonitos.
Todas as pessoas estavam felizes.
Era o nosso Baile de Finalistas!
Cheguei à espera de uma grande noite e foi, de facto, uma noite excelente. O jantar foi muito bom, até bacalhau eu comi! Sim porque eu não gosto de bacalhau... E depois a festa foi melhor ainda. Não parei de dançar um só minuto, acho mesmo que dancei horas e horas sem nem dar conta. Ainda me dói as pernas de tudo o que pulei. E acho até que estou sem voz de tudo o que gritei (sim porque cantar não é bem o meu dom!).
A companhia também era excelente: Lígia, Madalena, Susie, Catarina, Mónica, Margarida, Sónia, Ana... Dançámos muito e divertimo-nos ainda mais.
Foi uma noite cinco estrelas que vai deixar muitas saudades desta vida universitária. Só espero poder repetir ao longo dos anos!
E claro não posso deixar de referir a fantástica família que me recebeu depois. A minha Chica Brava é uma querida e é sempre bom recordar convivências de outras viagens!

sábado, maio 21, 2005

Baile de Finalistas

Hoje vai ser a noite do Baile de Finalistas. Uma noite que se quer de gala: com roupa, local e refeição à altura.
Mais uma vez vou estar presente, na esperança de ser uma noite inesquecível com a companhia de bons amigos que criei durante este curso. Quando voltar prometo contar os pontos altos da festa.

Formas Simples de dizer Palavras Verdadeiras







Posted by Hello

Mais do que uma irmã

Na vida não podemos escolher família. Pais, irmãos, tios, primos... Todos nascem connosco e o sangue diz que são a nossa família. No entanto, ao longo da vida, há pessoas que se tornam mais importantes do que muitos parentes de sangue.
Eu tive a felicidade de encontrar alguém que é mais que uma irmã e que eu adoro muito!
Obrigada por tudo Kau!

sexta-feira, maio 20, 2005

O Tempo

Só agora começa a entender.
O tempo passa, os anos correm e nunca tinha parado para pensar que nada espera por ela.
Sabe que não aproveitou tudo o que podia, mas tem consciência que tem tido uma vida feliz.
Há momentos que nunca esquecerá.
Há momentos que se arrepende de não ter vivido.
Há momentos que queria repetir.
Sabe que nada disso é possível por isso, segue em frente tentando não perder nem um segundo no correr deste rio.

quinta-feira, maio 19, 2005

Troca de ideias

Eu sabia que ia ser muito difícil encontrar sapatos à minha medida. É sempre assim! Andei horas na rua e nada. Conclusão: não comprei sapatos, resolvi mudar de ideias. Em vez de procurar os sapatos e aproveitar roupa que já tinha... Comprei roupa e aproveito sapatos que já tenho! É assim, tenho que me adequar a cada situação!

Sapatos

Sempre fui muito complicada a comprar calçado, e hoje vai ser difícil.
Tenho de encontrar uns sapatos com uma série de características específicas: cor, altura, modelo, etc., etc., etc.
Só espero encontrar algo que me agrade para não ficar chateada e, sobretudo, triste. A Peter Pan e a Chica Brava vão comigo, a ver se com mais opiniões tudo se torna mais fácil.
Lá vamos nós em busca dos sapatos Cinderela!

Último dia mas não o fim

Sei que hoje é o último dia de aulas na cadeira de Seminário.
Sei também que este blog foi criado para avaliação nessa disciplina.
No entanto, este não vai ser o último dia da minha viagem no mundo dos bloggers. Quero continuar a escrever, talvez não todos os dias, mas sempre que me apetecer vou deixar as minhas palavras.
Espero continuar a ter muitos visitantes.

Sonhos Perdidos II

Este trabalho foi realizado no âmbito da cadeira de Seminário de Escrita Criativa e Interactiva. O objectivo era criar momentos passados e futuros na história já construída.

Edilson é o mais velho de cinco irmãos. Vive na pequena vila de Pipa, no nordeste brasileiro, com a sua mãe Olinda e os seus quatro irmãos: Marcelo de 15 anos, Jessica de oito, Robson de sete e a pequena Maria com cinco anos. A casa que habitam é bastante precária. Tem luz mas não existe saneamento básico e a água não é potável. Fica à beira da estrada que Edilson percorre todos os dias a pé para ir até à Pousada Império do Sol. Trabalha ali como motorista das “vãs” que transportam diariamente centenas de turistas até ao centro da vila, que fica a 20 minutos.

A maioria dessas pessoas é portuguesa, sobretudo jovens que em determinadas alturas do ano invadem aquela zona em busca de alguns dias de praia e calor. Muitos deles têm a idade de Edilson, 20 anos, no entanto, são jovens com condições de vida bem diferentes.

Sempre que os transporta, Edilson sonha com o dia em que poderá também ele conhecer outros países, outras culturas, ter uma vida melhor com estudos e um trabalho mais bem remunerado. Teve de começar a trabalhar cedo demais para poder ajudar a mãe com as despesas da casa e a alimentação dos irmãos. Nunca conheceu o pai mas o seu padrasto, Jeremias, foi assassinado quando ele tinha 15 anos; a sua irmã Maria tinha acabado de nascer e era necessário dinheiro para poderem comprar o leite. Edilson teve de largar a escola e começar a ajudar num restaurante da vila, até ter idade para tirar a carta e começar a trabalhar como motorista da Pousada Império do Sol.

Recorda como se fosse hoje aquele momento. Tinha acabado de chegar a casa das aulas quando deparou com o cenário: Jeremias estava morto no chão da cozinha. Aparentemente, tinha sido assassinado por um grupo de homens a quem estava a dever algum dinheiro. Edilson não sabia como explicar à mãe quando esta chegasse com os seus irmãos. Tinham ido todos ao médico no centro da vila para saber como evoluía a Maria, que tinha apenas 12 dias de vida. Olinda apanhou um choque quando soube de tudo. Ficou muito preocupada com as despesas da casa. Foi então que pediu ao seu filho mais velho que fosse trabalhar para poder ajudar.

Enquanto está na Pousada, Edilson tem oportunidade de conviver com os jovens de várias nacionalidades, mas é com os portugueses que se dá melhor: a facilidade na linguagem é um dos principais motivos. Pergunta várias vezes como é a vida em Lisboa e sonha com a oportunidade de conhecer essa cidade que povoa o seu imaginário.

O último grupo que esteve na Pousada era bastante efusivo e Edilson não conseguia deixar de pensar neles quando partiram. Deixaram-lhe endereços de Portugal e e-mails que resolveu utilizar para perguntar mais coisas sobre a cidade de Lisboa. Na sua mente ele acreditava que poderia conseguir uma vida melhor se fosse para Portugal trabalhar. De lá, poderia mandar dinheiro à sua mãe e, ao fim de poucos anos, regressaria com uma melhor estabilidade financeira que lhe permitisse voltar a estudar, comprar uma casa melhor e seguir vida no seu país.

Olinda não aceitou de início esta ideia. Pensar no seu filho longe de si, num país tão distante, deixava-a preocupada e com medo que algo acontecesse sem que ela soubesse. Iria ter muitas saudades daqueles olhos de mel e da sua ternura para com ela e os irmãos. No entanto, Edilson não desistiu de falar com a mãe, todos os dias conversavam sobre esse assunto e, aos poucos, ela foi aceitando melhor as ideias do filho que se mostrava muito empenhado em viajar até Portugal.

Foi no dia 24 de Março que embarcou no avião. Edilson só conhecia este transporte das imagens que via na televisão do café. Quando chegou ao aeroporto de Natal as suas mãos suavam frio, tinha dores terríveis no estômago e os olhos povoados de lágrimas por deixar a sua mãe e os seus irmãos para trás. No coração levava uma pequena alegria e sobretudo muita esperança num futuro melhor. Porém, a saudade já começava a apertar; deixar a sua família e todos os momentos bons que conseguiam viver no seio da sua simplicidade, era muito difícil. Abandonar a mãe e os irmãos custava-lhe muito, sobretudo sabendo que era ele quem sustentava a maior parte das despesas. No entanto, acreditava que de Portugal conseguiria mandar mais dinheiro.

O seu lugar ficava na janela, mas Edilson não suportava olhar para baixo. Sentia-se demasiado alto e só via água, por isso permaneceu quieto as sete horas de voo. Não falou com ninguém, só com as comissárias de bordo à hora das refeições e para pedir ajuda com a porta da casa de banho que teve de utilizar uma vez só, porque estava mesmo aflito.

Levava consigo a única mala que o aconselharam, bem pequena e só com o absolutamente necessário. Não poderia ter muita bagagem para não desconfiarem da sua intenção de ficar a morar no país. Para todos os efeitos ele era apenas mais um turista.

Edilson está a entrar em Portugal ilegalmente, tanto que o seu voo vem via Paris. Jamais poderia apanhar um voo directo, pois seria muito complicado passar pelos serviços de imigração. Portugal legalizou muitos imigrantes até 2002 para evitar a clandestinidade. Além de tudo, foi impossível conseguir um visto de trabalho no Brasil e vir para Lisboa legal – era necessário ter conhecimentos e isso ele não tinha. Edilson era um pobre coitado da realidade nordestina no Brasil, por isso teve mesmo de arriscar.

No dia 25 de manhã chegou a Paris. Cansado do voo e com receio de ser deportado, lá seguiu caminho no meio de um grupo de turistas ingleses, até chegar à zona da Imigração Francesa. Ali não teria de dizer nada, apenas mostrar o passaporte e seguir para o voo até Lisboa.

O seu coração disparou ao entregar o passaporte...! O polícia francês verificou o documento e a passagem para Lisboa, hesitou um momento, até que finalmente os entregou de novo a Edilson. Este voltou a respirar e bem depressa seguiu as placas até chegar ao novo local de embarque, desta vez com direcção a Lisboa. A sua nova realidade estava bem mais próxima. Já tinha atravessado o Oceano Atlântico e as suas esperanças aumentavam.

Esta nova viagem de avião já foi bem mais tranquila, o seu lugar já não era à janela mas sim ao centro e as duas horas de viagem passaram depressa, tanto que até conseguiu adormecer por uns minutos.

Ao desembarcar em Lisboa, aquela sensação de aperto no coração voltou. Edilson agarrou na sua pequena mala, nos documentos e em alguns papéis com informações caso algum polícia perguntasse algo. As suas pernas tremiam mas ele mantinha os passos firmes em direcção àquilo que acreditava ser uma vida melhor. Seguiu os outros passageiros e, como tinha apenas uma mala, não precisou esperar por mais bagagem, dirigindo-se apressadamente à saída sem nada a declarar, tal como lhe tinham dito para fazer. Vindo de Paris não precisou de mostrar mais o seu passaporte e pôde entrar tranquilamente no novo país.

Quando dá por si já está na zona das chegadas. Olha para um lado, olha para o outro e vê aquela confusão de pessoas a chegar e a sair. Ele está finalmente em Lisboa. O dia está meio cinzento, quase a ameaçar chover, mas Edilson leva o coração bem quente da viagem e o corpo cheio de ideias.

Apanha então um táxi e enquanto percorre a segunda circular fica maravilhado com tudo o que vê à sua volta. Nunca tinha visto tantas casas e tão altas, nunca tinha visto tantos carros nem tanta confusão na estrada. A sua vida em Pipa era bem mais tranquila e o movimento de pessoas e automóveis era muito menor, não havia comparação possível. Nunca tinha visto prédios assim. Em Pipa, todas as casas eram rasteiras e bem mais simples. O pátio da frente, as redes penduradas e a porta aberta, nada a ver com o que tinha agora diante dos olhos. Aqueles prédios quase se tornavam ameaçadores perante as suas lembranças de uma vila simples e pacata.

O taxista deixa-o no centro da cidade, em pleno Marquês do Pombal. Aí, Edilson começa a procurar um meio de resolver a sua vida e, perguntando aqui e acolá, acaba por chegar até ao Rossio, onde se encontram dezenas de homens à espera de um emprego. São sobretudo africanos e alguns brasileiros que sabem que aquela é uma zona onde muitos empreiteiros vão procurar trabalhadores para as obras.

Edilson começa a falar com Francisco, um angolano que está em Portugal há 12 anos. Também na sua terra a vida era complicada, e decidiu tentar a sorte em Portugal. Deixou para trás a sua mulher e dois filhos: o Alfredo e a Linda. Desde que veio para Portugal só conseguiu voltar a Angola duas vezes e as saudades são imensas. A sua maior tristeza é não poder acompanhar o crescimento dos filhos. Já se tornaram adultos sem que ele pudesse estar presente. Vai acompanhando as suas mudanças pelas fotografias que a mulher lhe manda.

Francisco começa então a explicar a Edilson que se esperarem ali umas horas aparece sempre alguém que os chama para trabalhar. Podem ter sorte e arranjar um trabalho de muitos meses, ou pode correr pior e ser uma obra mais rápida mas ali, de certeza que vai encontrar trabalho.

Não era nada disto que Edilson tinha sonhado, mas sabe que está ilegal e não pode trabalhar com um contrato nem fazer descontos para a segurança social. Tem que estar sujeito ao que aparecer e o trabalho nas obras é, actualmente, o único meio para conseguir sobreviver. Imaginara-se muitas vezes a trabalhar numa grande empresa e a receber um bom ordenado. Quem sabe até vestir um fato e gravata como via em muitos filmes. A sua mãe também sonhava em ver o seu filho assim e poder mostrar fotografias a todas as pessoas que conhecia. Mas lá longe, no nordeste brasileiro, não fazia nem ideia por onde o seu primogénito andava.

Surge então uma carrinha vermelha que pára em frente deles. Francisco, mais astuto e experiente, depressa se dirige ao motorista e fica a saber que é um trabalho na margem sul: a construção de um condomínio privado, que poderá durar cerca de cinco meses. Rapidamente aceita e chama o seu novo amigo para ir com ele. Edilson, meio atrapalhado e muito nervoso, pega na sua pequena mala e segue viagem juntamente com mais oito homens que aproveitaram aquela oportunidade.

No seu canto, Edilson vai apreciando a beleza do Rio Tejo. Sente saudades da sua mãe, ainda não teve oportunidade de lhe dizer que chegou bem. Pensa também na sua terra e nos mergulhos que dava todos os dias de manhã, na praia junto à Pousada. Mas depressa procura afastar esses pensamentos, sabe que tem de ter muita força para levar adiante esta sua aventura e procura pensar que tudo vai correr bem.

Quando chegam aos Capuchos, local onde vai ser construído o condomínio, Francisco trata de explicar rapidamente a Edilson como tudo se processa. Irão trabalhar na colocação dos alicerces, primeiro passo da construção, e quanto a dinheiro, só no fim do mês receberá a sua parte. Em relação a habitação e comida não tem de se preocupar, pois ficarão nos estaleiros todos juntos.

É assim que começa o primeiro dia de trabalho de Edilson, sem ter tempo para pensar começa logo a trabalhar. A sua função era esperar que a grua trouxesse os carregamentos de ferro, baixá-los, organizar tudo e carregá-los às costas do seu jovem corpo. Depois carregava o ferro até aos homens que o moldavam para fazer os alicerces. A sua pele morena habituada ao sol, sofreu os primeiros arranhões assim que o ferro lhe tocou os ombros, mas respirou fundo e seguiu em frente na sua jornada.

Contudo, as preocupações da sua mãe estavam certas. Edilson era demasiado jovem e inexperiente. Habituado à sua pequena vila não imaginava o que era o mundo fora dali, ainda por cima num país que não era o seu. Ilegal e clandestino, não poderia esperar muitas facilidades.

Quis o destino que a sua aventura durasse muito pouco. Ainda no primeiro dia, numa das vezes em que esperava a grua, tudo correu mal. Os cabos que prendiam o ferro soltaram-se. Edilson não teve uma reacção rápida... Acabou por morrer soterrado por todo aquele equipamento.

Morria ali uma jovem vida cheia de planos e sonhos futuros. Morria ali mais uma história de imigração ilegal sem que tivesse alguém para se preocupar com ele. Ficava mais uma família sem saber notícias do seu ente querido perdido no mundo.

quarta-feira, maio 18, 2005

Aquele dia

Não é só o divertimento que ela espera. Quer também aproveitar a companhia das amigas e as oportunidades do país.
Sonha com o dia do embarque. Já imagina a felicidade que vai sentir mas também o nervosismo.
A primeira vez é sempre difícil mas a segunda pode ser ainda pior. As expectativas que tem podem vir a desiludi-la. Mas não é isso que ela pensa, acredita que vai ser a duplicação do paraíso.
Imagina cada passeio, cada festa e cada música.
Enquanto espera, sonha com esse dia.

terça-feira, maio 17, 2005

Uma manhã diferente

Eram 7h da manhã e o despertador tocou.
Ela acordou sobressaltada, a rádio tocava a música que tantas vezes ouviu, mas em circunstâncias diferentes.
Assim que afastou os lençóis e se sentou à beira da cama, sentiu o ar fresco da manhã.
Bocejou, esfregou os olhos e estendeu a mão até ao pêlo fofo do seu cão.
Só acordou realmente quando sentiu a água fria tocar-lhe nas mãos e depois na face.
O pequeno almoço soube-lhe bem. Sem saber o motivo, aquela manhã era diferente...
Vestiu as calças e a camisola ainda com aqueles sons na cabeça. Pegou nas chaves, na mala e saiu.
A humidade da noite era visível no carro. Entrou. Ligou a rádio. A mesma música voltou a tocar... Sem saber porquê, aquela era uma manhã diferente.

segunda-feira, maio 16, 2005

Cansada

Hoje estou muito cansada.
Não parei um minuto neste fim-de-semana. Dormi muito pouco desde sexta-feira. Estive imensas horas de pé. Apanhei imenso sol. Hoje acordei cedo. Resumindo: estou cansada e ainda não é hoje que posso relaxar. Mas não me posso queixar muito porque prefiro estar assim, ocupada!
Este urso do Zoo de Lisboa é que consegue estar sempre a descansar. E arranja sempre posições hilariantes!



Posted by Hello

domingo, maio 15, 2005

Torneio da Banca

Mais um fim-de-semana acompanhado de ténis!
Tive a oportunidade de assistir, ontem e hoje, ao Torneio da Banca que se realizou no Clube VII e no qual participou o meu pai e irmão, entre outros amigos. Foi um torneio com um nível bastante aceitável, levando em conta que não se trata de profissionais. Mas a surpresa estava guardada para hoje: um jogo de exibição que colocou frente a frente Nuno Marques (melhor tenista português) e Sergi Bruguera (campeão de Roland Garros por duas vezes; vencedor do Estoril Open, entre outros torneios). Foi uma partida renhida e entusiasmante.
E foi mais um fim-de-semana sem tempo nem para me sentar!

sábado, maio 14, 2005

Ninguém pára o BENFICA!
Ninguém pára o BENFICA!
Ninguém pára o BENFICA!

Qualquer dia...

Jogos emocionantes como este derby não são para qualquer pessoa! É muito stress, angústia, sofrimento, alegria, desilusão. Uma complexidade de sentimentos que nos deixam com o coração nas mãos.
Todos os benfiquistas sofreram até ao milagroso minuto do golo. Aí: chorámos, pulámos, gritámos e, sobretudo, esperámos anciosamente que o jogo chegasse ao fim com a vitória do nosso glorioso.
Continuo a acreditar que é possível!

Benção das Fitas

Hoje foi finalmente o dia porque todos os estudantes anseiam: a benção das fitas! É uma oportunidade de estarmos todos juntos a festejar o fim do nosso curso. Levamos na mão uma pasta carregada de palavras amigas. Levamos no coração esperança num futuro feliz. Levamos sobretudo muita alegria e vontade de gritar e celebrar!
Foi uma manhã inesquecível, com inúmeras fotos para relembrar.



Posted by Hello

sexta-feira, maio 13, 2005

PARABÉNS

Mais um ano que passa e cá estamos todas juntas a comemorar o teu aniversário! Que sejas muito feliz e que tudo de bom te aconteça. Se pudermos estar sempre juntas neste dia será muito bom!
Tenho a certeza que jamais esquecerás o magnífico presente que hoje recebeste de nós!
Um grande beijo de PARABÉNS!