Estive a ver pela milésima vez estas fotos e porque não recordar algumas imagens da viagem ao Brasil.
domingo, abril 17, 2005
Recordar
Estive a ver pela milésima vez estas fotos e porque não recordar algumas imagens da viagem ao Brasil.
sábado, abril 16, 2005
«O Principezinho»
«Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.».
«Daqui a tempos, quando estiveres outra vez em casa, vais-te pôr à noite a olhar para as estrelas. A minha é pequena de mais para se ver daqui e eu ta poder mostrar. Mas é melhor assim: para ti, qualquer estrela vai ser a minha estrela. Vais gostar de olhar para as estrelas todas... Todas elas passam a ser tuas amigas.».
Momentos Meus
Música bem alta,
Recordações na cabeça,
Lágrimas nos olhos,
Às vezes estes momentos só meus sabem muito bem!
sexta-feira, abril 15, 2005
Comentar...

Pequenas palavras por vezes sabem tão bem.
Um ligeiro "olá".
Um simples "concordo".
Um agradável "gostei muito".
O que custa comentar um post?
Todos temos opinião sobre tudo,
e o melhor de ter opinião é poder partilhá-la.
Vá lá não se façam difíceis...
Comentem o meu blog!
Deixem-me com um sorriso na cara!
quinta-feira, abril 14, 2005
Às vezes voo alto...

Vou subir a palcos por todo o país que já conheceram os meus pés.
quarta-feira, abril 13, 2005
Amizade

terça-feira, abril 12, 2005
«Cinzas do Passado»
«Ninguém gosta de mudar, não é mesmo? Apegamo-nos firmemente àquilo que conhecemos, que nos traz segurança. O desconhecido nos fascina e nos apavora. Quando deparamos com a necessidade de nos comprometermos com a nossa mudança, com a nossa transformação, tudo se complica.»
segunda-feira, abril 11, 2005
Gostava
Gostava de ter o dom da obiquidade,
Gostava de ter o dom da felicidade,
Gostava de ter o dom da previsão,
Gostava... Gostava...
Aniversário
domingo, abril 10, 2005
PARABÉNS
Pelo menos há telefone e mail
sábado, abril 09, 2005
A saudade não me larga
Quatro Meses
sexta-feira, abril 08, 2005
Sou eu assim sem você
Avião sem asa, fogueira sem brasa
Sou eu assim sem você
Futebol sem bola, Piu-Piu sem Frajola
Sou eu assim sem você
Por que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil alto-falantes
Vão poder falar por mim
Amor sem beijinho, buchecha sem Claudinho
Sou eu assim sem você
Circo sem palhaço, namoro sem amasso
Sou eu assim sem você
Tô louca pra te ver chegar
Tô louca pra te ter nas mãos
Deitar no teu abraço, retomar o pedaço
Que falta no meu coração
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
Porquê? Pooooooorquê?
Neném sem chupeta, Romeu sem Julieta
Sou eu assim sem você
Carro sem estrada, queijo sem goiabada
Sou eu assim sem você
Por que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil alto-falantes
Vão poder falar por mim
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
(by Adriana Calcanhoto)
quinta-feira, abril 07, 2005
Curiosidade Mórbida
História
- Oliveira, ajuda aqui, acabei de partir o meu salto!, disse Fátima entrando apressada no café, cheia de sacos de compras.
Aquele era mais um dia solarengo e pacato em Outeiro Seco, aldeia transmontana mesmo na raia com Espanha. Eram já nove da noite e o sol começava a desaparecer em mais um longo dia, o maior do ano, o anunciado solstício de Verão.
Fátima tinha chegado da cidade, onde foi ao hipermercado fazer as compras para esse mês. Tinha de ser sempre assim: em Outeiro Seco apenas havia pequenas mercearias e era a Chaves que tinha de ir para poder abastecer a sua cozinha.
Agora, além de todas as preocupações que já tinha com o aproximar do Juramento de Bandeiras do seu filho Bruno, que era soldado na cidade, ainda teria de perder tempo com o sapateiro que passava na aldeia no dia seguinte para lhe solucionar aquele problema. Precisava mesmo de arranjar aqueles sapatos, porque eram os únicos que tinha para ir até Chaves. Teria de voltar à cidade mais vezes até dia 12, altura em que toda a família se ia reunir, para assistir àquele acontecimento solene.
Bruno tinha tido a sorte de ficar em Chaves, bem perto de casa. Assim, seria mais fácil reunir toda a família e faltava pouco mais de uma semana para o grande dia. Fátima, todos os dias cuidava da sua horta para que pudesse colher os legumes mais frescos e as batatas maiores. O solo daquela região é fértil e qualquer semente se dá bem e cresce depressa. Soltava os animais para que pudessem pastar e circular à vontade. Dizia que só assim seriam felizes e na hora de comer teriam um sabor ainda mais apurado.
- Rafael, anda ajudar-me com as compras! Tenho que arrumar isto tudo e ainda fazer qualquer coisa para o jantar. Larga isso e vem já, resmungou para o seu filho mais novo.
- Vou já, espera só mais cinco minutos, disse o jovem no seu jeito molengão de sempre.
- Não pode ser, rapaz, anda cá ajudar-me senão nunca mais me despacho.
Rafael tinha 20 anos, já não andava na escola e trabalhava num café em Chaves. Chegava a casa cedo. Solteiro e com bastante tempo livre, dedicava-se com grande prazer às velharias que tinha na garagem, o seu espaço preferido. Já tinha feito diversos carrinhos com bicicletas velhas, que ia juntando, mas agora dedicava-se a um projecto maior. Tinha decidido montar um carro com um motor velho que tinha em casa e algum ferro que pediu nas Ferragens do seu amigo José. Estava entretido a soldar quando a sua mãe o chamou, mas não se importou em ser solidário e ir ajudar – continuou a sua tarefa como se nada fosse.
Tinha prática daquelas coisas: desde pequeno se juntava ao seu avô na oficina e ia mexendo com todos os instrumentos que encontrava. Era a típica criança de aldeia que, depois da escola, se entretinha com as coisas que ia encontrando por casa. Para ele, mexer com diversos tipos de ferramentas era normal e fazia-o sem quaisquer problemas.
Com a máscara nos olhos e concentrado no seu trabalho de soldadura nem deu conta da entrada de Fátima na oficina.
- Eu não te disse para me vires ajudar, rapaz?, disse nervosa.
Fátima sabia que, quando Rafael se fechava na garagem, não havia muito a fazer. Dirigiu-se sozinha para a cozinha e resolveu tomar um comprimido daqueles solúveis para ver se a sua soltura passava. Andava mal da barriga desde cedo e ainda não tinha arranjado solução. A sua vizinha Solange tinha aconselhado aqueles comprimidos, que ajudavam a solidificar o seu problema.
Oliveira continuava no café contíguo à cozinha, a fazer as contas do mês, enquanto ia falando com os clientes habituais. Fátima ficou de volta do fogão a tratar do jantar. Desde pequena gostava daqueles momentos de solidão em torno das panelas. Rafael seguia solitário na garagem. E assim acabava mais um dia desta pacata família transmontana.
quarta-feira, abril 06, 2005
Divagações
terça-feira, abril 05, 2005
Sonhos Perdidos
Edilson é o mais velho de cinco irmãos. Vive na pequena vila de Pipa, no nordeste brasileiro, com a sua mãe Olinda e os seus quatro irmãos: Marcelo de 15 anos, Jessica de oito, Robson de sete e a pequena Maria com cinco anos. A casa que habitam é bastante precária. Tem luz mas não existe saneamento básico e a água não é potável. Fica à beira da estrada que Edilson percorre todos os dias a pé para ir até à Pousada Império do Sol. Trabalha ali como motorista das “vãs” que transportam diariamente centenas de turistas até ao centro da vila, que fica a 20 minutos.
A maioria dessas pessoas é portuguesa, sobretudo jovens que em determinadas alturas do ano invadem aquela zona em busca de alguns dias de praia e calor. Muitos deles têm a idade de Edilson, 20 anos, no entanto, são jovens com condições de vida bem diferentes.
Sempre que os transporta, Edilson sonha com o dia em que poderá também ele conhecer outros países, outras culturas, ter uma vida melhor com estudos e um trabalho mais bem remunerado. Teve de começar a trabalhar cedo demais para poder ajudar a mãe com as despesas da casa e a alimentação dos irmãos. Nunca conheceu o pai mas o seu padrasto, Jeremias, foi assassinado quando ele tinha 15 anos; a sua irmã Maria tinha acabado de nascer e era necessário dinheiro para poderem comprar o leite. Edilson teve de largar a escola e começar a ajudar num restaurante da vila, até ter idade para tirar a carta e começar a trabalhar como motorista da Pousada Império do Sol.
Enquanto lá está tem oportunidade de conviver com os jovens de várias nacionalidades, mas é com os portugueses que se dá melhor: a facilidade na linguagem é um dos principais motivos. Pergunta várias vezes como é a vida em Lisboa e sonha com a oportunidade de conhecer essa cidade que povoa o seu imaginário.
O último grupo que esteve na Pousada era bastante efusivo e Edilson não conseguia deixar de pensar neles quando partiram. Deixaram-lhe endereços de Portugal e e-mails que resolveu utilizar para perguntar mais coisas sobre a cidade de Lisboa. Na sua mente ele acreditava que poderia conseguir uma vida melhor se fosse para Portugal trabalhar. De lá, poderia mandar dinheiro à sua mãe e, ao fim de poucos anos, regressaria com uma melhor estabilidade financeira que lhe permitisse voltar a estudar, comprar uma casa melhor e seguir vida no seu país.
Olinda não aceitou de início esta ideia. Pensar no seu filho longe de si, num país tão distante, deixava-a preocupada e com medo que algo acontecesse sem que ela soubesse. Iria ter muitas saudades daqueles olhos de mel e da sua ternura para com ela e os irmãos. No entanto, Edilson não desistiu de falar com a mãe, todos os dias conversavam sobre esse assunto e, aos poucos, ela foi aceitando melhor as ideias do filho que se mostrava muito empenhado em viajar até Portugal.
Foi no dia 24 de Março que embarcou no avião. Edilson só conhecia este transporte das imagens que via na televisão do café. Quando chegou ao aeroporto de Natal as suas mãos suavam frio, tinha dores terríveis no estômago e os olhos povoados de lágrimas por deixar a sua mãe e os seus irmãos para trás. No coração levava uma pequena alegria e sobretudo muita esperança num futuro melhor.
O seu lugar ficava na janela, mas Edilson não suportava olhar para baixo. Sentia-se demasiado alto e só via água, por isso permaneceu quieto as sete horas de voo. Não falou com ninguém, só com as comissárias de bordo à hora das refeições e para pedir ajuda com a porta da casa de banho que teve de utilizar uma vez só, porque estava mesmo aflito.
Levava consigo a única mala que o aconselharam, bem pequena e só com o absolutamente necessário. Não poderia ter muita bagagem para não desconfiarem da sua intenção de ficar a morar no país. Para todos os efeitos ele era apenas mais um turista.
Edilson está a entrar em Portugal ilegalmente, tanto que o seu voo vem via Paris. Jamais poderia apanhar um voo directo, pois seria muito complicado passar pelos serviços de imigração. Portugal legalizou muitos imigrantes até 2002 para evitar a clandestinidade. Além de tudo, foi impossível conseguir um visto de trabalho no Brasil e vir para Lisboa legal – era necessário ter conhecimentos e isso ele não tinha. Edilson era um pobre coitado da realidade nordestina no Brasil, por isso teve mesmo de arriscar.
No dia 25 de manhã chegou a Paris. Cansado do voo e com receio de ser deportado, lá seguiu caminho no meio de um grupo de turistas ingleses, até chegar à zona da Imigração Francesa. Ali não teria de dizer nada, apenas mostrar o passaporte e seguir para o voo até Lisboa.
O seu coração disparou ao entregar o passaporte...! O polícia francês verificou o documento e a passagem para Lisboa, hesitou um momento, até que finalmente os entregou de novo a Edilson. Este voltou a respirar e bem depressa seguiu as placas até chegar ao novo local de embarque, desta vez com direcção a Lisboa. A sua nova realidade estava bem mais próxima. Já tinha atravessado o Oceano Atlântico e as suas esperanças aumentavam.
Esta nova viagem de avião já foi bem mais tranquila, o seu lugar já não era à janela mas sim ao centro e as duas horas de viagem passaram depressa, tanto que até conseguiu adormecer por uns minutos.
Ao desembarcar em Lisboa, aquela sensação de aperto no coração voltou. Edilson agarrou na sua pequena mala, nos documentos e em alguns papéis com informações caso algum polícia perguntasse algo. As suas pernas tremiam mas ele mantinha os passos firmes em direcção àquilo que acreditava ser uma vida melhor. Seguiu os outros passageiros e, como tinha apenas uma mala, não precisou esperar por mais bagagem, dirigindo-se apressadamente à saída sem nada a declarar, tal como lhe tinham dito para fazer. Vindo de Paris não precisou de mostrar mais o seu passaporte e pôde entrar tranquilamente no novo país.
Quando dá por si já está na zona das chegadas. Olha para um lado, olha para o outro e vê aquela confusão de pessoas a chegar e a sair. Ele está finalmente em Lisboa. O dia está meio cinzento, quase a ameaçar chover, mas Edilson leva o coração bem quente da viagem e o corpo cheio de ideias.
Apanha então um táxi e enquanto percorre a segunda circular fica maravilhado com tudo o que vê à sua volta. Nunca tinha visto tantas casas e tão altas, nunca tinha visto tantos carros nem tanta confusão na estrada. A sua vida em Pipa era bem mais tranquila e o movimento de pessoas e automóveis era muito menor, não havia comparação possível.
O taxista deixa-o no centro da cidade, em pleno Marquês do Pombal. Aí, Edilson começa a procurar um meio de resolver a sua vida e, perguntando aqui e acolá, acaba por chegar até ao Rossio, onde se encontram dezenas de homens à espera de um emprego. São sobretudo africanos e alguns brasileiros que sabem que aquela é uma zona onde muitos empreiteiros vão procurar trabalhadores para as obras.
Edilson começa a falar com Francisco, um angolano que está em Portugal há 12 anos e que lhe explica que se esperarem ali umas horas aparece sempre alguém que os chama para trabalhar. Podem ter sorte e arranjar um trabalho de muitos meses, ou pode correr pior e ser uma obra mais rápida mas ali, de certeza que Edilson encontra trabalho.
Não era nada disto que Edilson tinha sonhado, mas sabe que está ilegal e não pode trabalhar com um contrato nem fazer descontos para a segurança social. Tem que estar sujeito ao que aparecer e o trabalho nas obras é, actualmente, o único meio para conseguir sobreviver.
Surge então uma carrinha vermelha que pára em frente deles. Francisco, mais astuto e experiente, depressa se dirige ao motorista e fica a saber que é um trabalho na margem sul: a construção de um condomínio privado, que poderá durar cerca de cinco meses. Rapidamente aceita e chama o seu novo amigo para ir com ele. Edilson, meio atrapalhado e muito nervoso, pega na sua pequena mala e segue viagem juntamente com mais oito homens que aproveitaram aquela oportunidade.
No seu canto, Edilson vai apreciando a beleza do Rio Tejo. Sente saudades da sua mãe, ainda não teve oportunidade de lhe dizer que chegou bem. Pensa também na sua terra e nos mergulhos que dava todos os dias de manhã, na praia junto à Pousada. Mas depressa procura afastar esses pensamentos, sabe que tem de ter muita força para levar adiante esta sua aventura e procura pensar que tudo vai correr bem.
Quando chegam aos Capuchos, local onde vai ser construído o condomínio, Francisco trata de explicar rapidamente a Edilson como tudo se processa. Irão trabalhar na colocação dos alicerces, primeiro passo da construção, e quanto a dinheiro, só no fim do mês receberá a sua parte. Em relação a habitação e comida não tem de se preocupar, pois ficarão nos estaleiros todos juntos.
É assim que começa o primeiro dia de trabalho de Edilson, sem ter tempo para pensar começa logo a trabalhar. A sua função era esperar que a grua trouxesse os carregamentos de ferro, baixá-los, organizar tudo e carregá-los às costas do seu jovem corpo. Depois carregava o ferro até aos homens que o moldavam para fazer os alicerces. A sua pele morena habituada ao sol, sofreu os primeiros arranhões assim que o ferro lhe tocou os ombros, mas respirou fundo e seguiu em frente na sua jornada.
Contudo, as preocupações da sua mãe estavam certas. Edilson era demasiado jovem e inexperiente. Habituado à sua pequena vila não imaginava o que era o mundo fora dali, ainda por cima num país que não era o seu. Ilegal e clandestino, não poderia esperar muitas facilidades.
Quis o destino que a sua aventura durasse muito pouco. Ainda no primeiro dia, numa das vezes em que esperava a grua, tudo correu mal. Os cabos que prendiam o ferro soltaram-se. Edilson não teve uma reacção rápida... Acabou por morrer soterrado por todo aquele equipamento.
Morria ali uma jovem vida cheia de planos e sonhos futuros. Morria ali mais uma história de imigração ilegal sem que tivesse alguém para se preocupar com ele. Ficava mais uma família sem saber notícias do seu ente querido perdido no mundo.
segunda-feira, abril 04, 2005
Fotos
Glorioso
Golo aqui, golo ali, ora estão a ganhar confortavelmente ora estão empatados. Mas o que importa mesmo é o resultado final e esse foi mais uma vitória para as águias!
Tenho fé!
domingo, abril 03, 2005
Fico triste
sábado, abril 02, 2005
Karol Wojtyla

«Ajoelhado, rogo-vos que vireis costas aos caminhos da violência e volteis aos caminhos da paz. Podeis alegar buscar a justiça. Eu também acredito e procuro a justiça. Mas a violência só atrasa o dia da justiça. A violência destrói o trabalho da justiça» - (Irlanda, 29 Setembro, 1979)
Papa João Paulo II dirigindo-se
sexta-feira, abril 01, 2005
Voltei a ser criança
quinta-feira, março 31, 2005
Diário da Viagem
quarta-feira, março 30, 2005
Para ti Chica Brava
Quando chegar Novembro vou pegar em ti, vamos à Star e vamos voltar a inscrever-nos na próxima viagem de finalistas de 2006. Este ano havia os «amigos do Duarte», para o ano pode haver os «amigos do Cristiano, do Gecione, do Wender»! Quem sabe mais pessoas se animam e se juntam a nós para repetirmos e aproveitarmos outros 12 dias espectaculares. Só sei que não me importava nem um pouco de repetir estes dias e se fosse contigo ia ser de certeza «show de bola» novamente.
terça-feira, março 29, 2005
Só mais um pouco de paciência
segunda-feira, março 28, 2005
Descansar
domingo, março 27, 2005
Vou partir
sábado, março 26, 2005
Saudade
Cada vez que tudo isso acontece crescem em nós as saudades e a vontade de viver tudo de novo. Estes dias no Brasil foram muito bons e já tenho em mim muitas saudades das pessoas, dos momentos, das músicas, das danças, dos lugares.
sexta-feira, março 25, 2005
Voltei
quinta-feira, março 24, 2005
Dia 13
Neste último dia tivémos a manhã livre e aproveitámos mais um pouco as piscinas do hotel. Depois foi arrumar tudo e seguir na nossa «Princesa do Agreste» até ao Restaurante «Império dos Camarões» para a despedida.
O pessoal da Star subiu ao palco. Guias, animadores, pessoal de apoio, motoristas (já sem o Gecione que teve de ir embora no dia anterior). Todos estavam contentes com estes dias que estivémos juntos e todos estavam também tristes por termos de nos despedir. São sentimentos ambíguos que nos deixam de lágrima no olho e nos fazem querer mais e mais.

Despedida (Aeroporto de Natal) 
O momento do embarque, quando já não se vê mais ninguém, fez doer bem forte o coração, aquela dor de saudade dos bons momentos que todos vivemos juntos.
Depois foi entrar no avião e dormir, só acordei para comer e quando cheguei a Lisboa.quarta-feira, março 23, 2005
Dia 12
terça-feira, março 22, 2005
Dia 11
Saímos bem cedo do hotel para ir até à praia e apanhar o barco até às piscinas naturais. Mais uma vez tivémos oportunidade de estar bem perto de centenas de peixinhos bem bonitos, numa água bem quentinha. Estivémos cerca de uma hora naquele local onde pudémos apreciar também algumas espécies de animais como ouriços e estrelas do mar. Foram momentos agradáveis de convívio.
Depois do jantar voltámos todos para o hotel e aí nos mantivémos acordados até às 3h da manhã, hora a que saíam os autocarros em direcção a Natal. Sentámo-nos à beira da piscina a conversar, a cantar e a dançar. E nem imaginam o que nos passou pela cabeça, ir fazer serenatas às janelas daqueles que tinham decidido ir dormir. Cantar o «Morango do Nordeste» às 2h da manhã nas janelas dos nossos colegas arrancou sorrisos deles todos, mesmo aqueles que dormiam profundamente não conseguiram deixar de rir quando foram acordados pelas nossas belas vozes!
segunda-feira, março 21, 2005
Dia 10
Passámos a manhã numa praia bem famosa da região onde pudémos mergulhar no mar com algumas ondas a fazer lembrar Portugal e, logo ao lado, numa lagoa bem mais calminha. As águas não eram tão quentes como nos tínhamos habituado mas não deixavam de ser agradáveis! Mas a paisagem daquelas praias destaca-se pela imensidão do areal e pelos inúmeros coqueiros que a circundam fazendo lembrar cenários de novela. São paisagens únicas e merecedoras de muitas fotos.
O almoço foi mais uma vez num restaurante à beira da praia e depois pudémos fazer umas comprinhas em algumas lojas que havia ali por perto com produtos bem artesanais e bonitos.
domingo, março 20, 2005
Dia 9
Chegámos a Maceió de manhã bem cedo e como estávamos cheios de fome atacámos logo o pequeno-almoço do hotel! Depois instalámo-nos nos quartos. O Hotel Da Natureza é exactamente no meio da natureza, rodeados de palmeiras os quartos são bem agradáveis e todos ficam perto. A piscina tem sempre música ambiente e a praia fica bem próxima com cadeiras e sombra à disposição.
O jantar foi um churrasco no hotel à beira da piscina mas o melhor veio depois e foi a festa na praia ali ao lado. Chamaram-lhe a Festa do Improviso e certos meninos resolveram dar asas à imaginação e apareceram com uns fatinhos de menina bem engraçados, cada um mais sexy que o outro!
sábado, março 19, 2005
Dia 8
Este dia resolvemos ficar todos no hotel a aproveitar o sol, as piscinas e a praia. Divertimo-nos bastante a jogar vólei, water polo e basquetebol, não só nós como alguns brasileiros que se juntaram à brincadeira connosco. No vólei não tinha muito jeito mas no water polo ainda marquei uns golinhos! Deu para bronzear um pouco mais.
Almoçámos no hotel e de tarde continuámos todos na piscina ou pelas redes a descansar e a conversar. Saímos do hotel ao fim da tarde para termos tempo de fazer algumas comprinhas. Fomos jantar a uma pizzaria onde nos serviram super rápido e eu, que até não sou muito apreciadora de pizzas, gostei bastante. Depois seguimos para a festa no Bar do Marcão, na praia, com uma banda de reggae ao vivo e um pequeno espectáculo de fogos. Quando a festa terminou seguimos viagem para Maceió durante toda a noite o que é bem melhor pois podemos dormir e não perdemos o dia em viagens.




















